Ficou
famoso pela beleza e virou residente do Festival
Hell & Heaven

O DJ
Erik Vilar (PB)
foi deportado dos Estados Unidos acusado de ir
trabalhar sem visto. Nas redes
sociais, o DJ acusou pessoas invejosas de fazer
denúncias anônimas ao consulado americano sobre
condição de ir tocar no país sem a
documentação exigida pelas autoridades.
Desde 2017, quando ganhou fama na cena
eletrônica, o DJ vinha se apresentando em várias
festas por lá.
Dessa
vez segundo ele, antes mesmo de embarcar para essa
nova apresentação no Miami
Beach Pride,
ele teria sido chamado pelo consulado aqui no
Brasil para prestar esclarecimentos sobre sua ida
aos Estados Unidos agendada para o dia 5
abril.
Após
entrevista com as autoridades teria sido liberado
para viajar ao país como turista e com um visto
de artista em processo de solicitação.
Entretanto, quando chegou ao aeroporto de Miami
foi barrado pela imigração e levado para um
interrogatório em uma sala reservada.
O
DJ relatou que apesar de explicar tudo o que havia
acontecido em suas vagens anteriores sem visto de
trabalho e com visto de turista, ele foi barrado e
deportado de volta ao Brasil.
Segundo
o DJ, o processo de solicitação do visto de
artista, que dá direito a trabalhar nos Estados
Unidos, está em andamento no consulado do país
no Brasil, mas protestou contra o que chamou de
pessoas invejosas que teriam o denunciado.
Ele
completou o post nas redes sociais falando que
não teve o visto de turista cancelado e nem
chegou a ser preso, sendo que foi apenas impedido
de entrar no país dessa vez.
Erik
também relatou que o processo para ter o visto é
complicado e que quase todos os DJs que vem de lá
para tocar no Brasil vem ilegais sem a devida
documentação.
O
DJ encerrou seus posts se dizendo blindado por
Deus e protegido contra a inveja alheia.
O
Site Ferveção solicitou ao Consulado dos Estados
Unidos informações sobre a deportação do DJ e
aguarda resposta das autoridades americanas no
Brasil.



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