Manifestações
pela democracia e antirracismo marcam o domingo no Brasil
Guilherme
Boulos protestou contra decisão judicial que
mudou local de ato em São Paulo. Em Belém e no
Rio de Janeiro houve prisão arbitrária de
manifestantes
Manifestações
em diversas cidades do Brasil pediram democracia e
protestaram contra o racismo na manhã e na tarde
deste domingo (7/6). Algumas sofreram com a
repressão policial.
Em
São Paulo, a concentração no Largo da Batata
começou às 14h, após a Justiça ter proibido a
mobilização na Avenida Paulista. A decisão,
segundo o líder do Movimento dos Trabalhadores
Sem Teto (MTST), Guilherme Boulos, teve como
objetivo desmobilizar a manifestação.
No
ato, ele discursou e rebateu as acusações de
Jair Bolsonaro contra manifestantes, conforme
registrou o site Viomundo. “O Bolsonaro passou
esses dias todos dizendo que a gente é
terrorista. Terrorista não é quem defende a
democracia, terrorista é quem é expulso do
Exército por tentar explodir o quartel!”,
disse.
“Vagabundo
é quem ficou 27 anos no Congresso e não fez
porra nenhuma. Vagabundo é o Véio da Havan, que
recebeu auxílio emergencial”, destacou ainda o
líder do MTST.
Em
Brasília, houve uma marcha na Esplanada dos
Ministérios que, entre outras bandeiras, defendia
o “fora Bolsonaro”. Com diversos cartazes,
faixas e gritos relacionados ao Black Lives Matter
(vida negras importam), movimento inspirado na
mobilização que ocorre nos Estados Unidos pelo
assassinato de George Floyd por um policial
branco.
Em
Minas, a manifestação reuniu cerca de 2 mil
pessoas e aconteceu na av. Afonso Pena. O protesto
seguiu até o Tribunal de Justiça de Minas onde
houve um ato pedindo justiça e menos racismo no
país.
Parece
que vai ser mais cadenciada, mas estoura e vira
uma massaroca eletrônica. O maior destaque fica
por conta da letra. Ela tem a ver com o abuso
sexual que ela sofreu de um produtor, quando tinha
19 anos. É ótimo ouvir Gaga cantando que se
curou, que buscou ser uma mulher livre com ajuda
da música e da dança.