Três
brasileiros são mortos pelo Hamas no Universo Paralelo de Israel
Karla
Stelzer, Bruna Valeanu e Ranani Glazer são as
vítimas fatais no conflito, que teve início no
dia 7 de outubro
O
Itamaraty confirmou na sexta-feira, 13/10, a morte
da terceira vítima brasileira em Israel. Os
mortos na guerra são Karla Stelzer, 42; Bruna
Valeanu, 24; e Ranani Glazer, também
24.
O
governo brasileiro não tem confirmação sobre a
possibilidade de haver brasileiros entre os
reféns do grupo radical islâmico Hamas. Segundo
o governo de Israel, cerca de 150 pessoas estão
sob a mira dos extremistas.
Karla
Stelzer
A
carioca Karla Stelzer foi a terceira vítima
brasileira da guerra entre Israel e Hamas. Sua
morte foi confirmada pelo Itamaraty nesta
sexta-feira. Ela estava desaparecida desde que
participou de festival de música eletrônica
próximo à Faixa de Gaza, no último sábado (7).
Até
a confirmação da morte, a diplomacia brasileira
trabalhava com a hipótese de Karla estar entre os
reféns capturados pelo Hamas.
Karla
é natural do Rio de Janeiro. Ela morava em Israel
havia 11 anos e trabalhava como professora. Ela
tinha um filho de 19 anos, que serve no Exército
israelense.
Bruna
Valeanu
A
família de Bruna Veleanu confirmou a morte da
jovem no início da tarde da terça-feira, 10/10.
A irmã de Bruna, Florica Valeanu, disse à CNN
que o Exército israelense foi até sua casa e
informou que o corpo foi encontrado.
Bruna
Valeanu nasceu no Rio de Janeiro e morava em Petah
Tikva. Ela se mudou para Israel havia oito anos e
estudava Comunicação e Sociologia/Antropologia
na Universidade de Tel Aviv.
Ela
também foi instrutora de tiro das Forças de
Defesa de Israel durante dois anos, entre 2018 e
2020. Trabalhou também com vendas em uma empresa
de seguros de Israel.
Ranani
Glazer
Ranani
Glazer, assim como os outros dois, havia
desaparecido após o Hamas atacar a festa de
música eletrônica. O jovem chegou a postar, em
uma rede social, vídeo que gravou dentro de um
bunker durante o bombardeio.
Na
noite de segunda-feira, 9/10, a família de Ranani
informou à CNN que o corpo do jovem foi
encontrado. O enterro dele foi na última
quarta-feira, 11/10.
Ranani
é natural do Rio Grande do Sul. Morava em Israel
havia sete anos e tinha dupla nacionalidade. Ele
chegou a prestar serviço militar no país, mas
recentemente trabalhava como entregador.