Rio dá boas-vindas a 2026 com queima de fogos em Copacabana
Show
pirotécnico iluminou o céu da Zona Sul por cerca
de 12 minutos. Apresentação contou com 19 balsas
posicionadas ao longo da orla — maior número já
utilizado em Copacabana
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O
Rio de Janeiro
recebeu 2026 em grande estilo. Cariocas e
turistas lotaram a Praia de Copacabana para
acompanhar o maior réveillon do mundo, que
iluminou o céu da Zona Sul por cerca de 12
minutos com a tradicional queima de fogos.
Este ano, o espetáculo contou com 19 balsas
posicionadas ao longo da orla, o maior número já
utilizado na festa. Em edições anteriores, o
máximo havia sido dez embarcações. Todas
passaram por vistoria da Diretoria-Geral de
Diversões Públicas (DGDP) do Corpo de Bombeiros,
garantindo a segurança da operação.
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A grandiosidade da celebração rendeu ao Rio o
título oficial de maior réveillon do mundo,
concedido pelo Guinness Book no dia 30 de
dezembro.
Inovação e emoção no céu carioca
O
espetáculo pirotécnico foi comandado pelo
cenógrafo francês Christophe Berthonneau,
conhecido por produções em eventos
internacionais como a Copa do Mundo e os Jogos
Olímpicos. Além dos fogos, a festa trouxe uma
novidade: um show de drones.]
•
1.200 aeronaves formaram imagens simbólicas do
Rio de Janeiro, em homenagem à cidade.
• Um dos momentos mais marcantes foi a formação
de uma escultura de rosto humano no céu, que
arrancou aplausos e emocionou o público.
Impacto cultural e turístico
Milhares de pessoas celebraram juntas em um dos
cartões-postais mais icônicos do Brasil,
reforçando a tradição de Copacabana como palco
mundial da virada de ano. A festa não apenas
movimentou o turismo, mas também consolidou a
imagem do Rio como referência internacional em
grandes eventos.
🚦 A partir das 5h da manhã, as vias internas de
Copacabana começaram a ser liberadas para o
trânsito, encerrando a operação especial de
réveillon.
O
DJ Alok foi o grande destaque da virada
de ano no Rio de Janeiro. Sua apresentação no
palco principal de Copacabana coroou uma noite
marcada por encontros memoráveis e consolidou o
evento como o maior réveillon do mundo, título
concedido pelo Guinness Book.
Um
espetáculo de música e tecnologia
Após a tradicional queima de fogos — que durou
12 minutos e foi disparada de 19 balsas — Alok
assumiu o comando da festa. Com sua mistura de
música eletrônica e batidas brasileiras, o DJ
transformou a praia em uma verdadeira pista de
dança a céu aberto.
O
público vibrou com sucessos internacionais e
nacionais, em um set que reforçou a identidade
global do artista e sua conexão com o Brasil. A
performance foi acompanhada por efeitos visuais
e iluminação sincronizada, ampliando a
experiência sensorial da virada.
Noite de grandes encontros
Antes da apresentação de Alok, o palco principal
recebeu shows de Gilberto Gil e Ney Matogrosso,
além de Belo e Alcione, que emocionaram a
multidão. Logo após os fogos, João Gomes dividiu
o palco com Iza, e o encerramento ficou por
conta da bateria da Beija-Flor, que trouxe o
samba para fechar a festa em grande estilo.
Festa espalhada pela cidade
Além de Copacabana, o réveillon contou com
outros palcos espalhados pelo Rio:
•
Palco Samba, na própria orla, com Mart’nália e
Diogo Nogueira.
• Palco Leme, dedicado à música gospel.
• Tributo a Raul Seixas na Praia do Flamengo,
com Chico Chico e DJ Vivi Seixas.
• Shows em pontos como Parque Madureira,
Piscinão de Ramos e Praia da Bica.
Recorde de público
Segundo a Prefeitura do Rio, mais de 5,1 milhões
de pessoas participaram das comemorações. “Não
há lugar no mundo que faça festas em espaço
público com a constância que faz o Rio”, afirmou
o prefeito Eduardo Paes.